quarta-feira, 30 de agosto de 2017

VAMOS FALAR DE AUDIODESCRIÇÃO...



De acordo com o Blog da Audiodescrição, no campo das Letras, a audiodescrição é uma modalidade de tradução semiótica que consiste em transformar o visual em verbal. Já, no campo da Comunicação, a audiodescrição tem a finalidade de transformar uma mensagem transmitida pelo emissor de forma visual, de modo que faça o mesmo sentido para o receptor que a recebe de forma audível; Na Cultura, a audiodescrição é a arte de descrever imagens por meio das palavras.

Para as Pessoas com Deficiência, a audiodescrição é uma tecnologia assistiva, um recurso de acessibilidade que permite ouvir o que não pode ser visto, compreender o que não pode ser compreendido sem o uso da visão.

Onde se aplica a audiodescrição?

As primeiras iniciativas aconteceram em peças de teatro, logo em seguida o cinema, pouco mais tarde a televisão.

Quase diariamente profissionais da audiodescrição descobrem mais e mais situações em que o recurso pode, e deve, estar presente de modo a permitir a inclusão da pessoa com deficiência:

Artes Plásticas: museus, galerias de arte.
Educação: salas de aula, congressos, seminários, palestras.
Eventos Esportivos: em todas as modalidades esportivas, incluindo Olimpíadas, Paralimpíadas e Copas do Mundo de Futebol.
Eventos Religiosos: missas, casamentos.
Festas: carnaval, desfiles militares, festas de São João.
Filmes: em todos os tipos de filmes e documentários, de curta ou longa-metragem, em salas de cinema ou em casa.
Internet: fotos, gráficos, ilustrações, vídeos publicados em sites.
Publicações: livros, apostilas, folders.
Teatro: em todos os tipos de encenações realizadas ao vivo como peças, dança, musicais, circo.
televisão: em todos os tipos de programas e peças publicitárias, gravados ou ao vivo.

FONTE CONSULTADA
Acesse: http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/audiodescricao

Vamos conferir dois vídeos produzidos com audiodescrição:

No Seu lugar

Se não...



terça-feira, 8 de agosto de 2017

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CURSO DE BRAILLE E BAIXA VISÃO NO CAP/AC



Escrito por Hyrla Mariano

O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC) oferta dois cursos para professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores da sala comum da Rede Pública de Ensino e pessoas da Comunidade: Metodologia de Leitura e Escrita do Sistema Braille e Baixa Visão.


O curso de Metodologia de Leitura e Escrita do Sistema Braille tem carga horária de 120 horas e oferta duas turmas: uma no horário da tarde, das 13h às 17h e outra no período noturno, das 18h às 21h.  Já o curso de Baixa Visão, com carga horária de 80h, terá uma turma com aulas ministradas no período da manhã, das 7h às 11h.



INSCRIÇÕES:
ENDEREÇO: RUA JOSÉ GOMES DE FREITAS, 650, 7º BEC (AO LADO DO ANTIGO POSTO BARRAL Y BARRAL).
PERÍODO DA INSCRIÇÃO: 07,08 e 09/08
HORÁRIO DA INSCRIÇÃO: 8 às 11h e das 14 às 17h

DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS
- Documento de Identidade (original e cópia)
- CPF (original e cópia)
- Certificado de Ensino Médio ou Superior (original e cópia)
- Declaração para professores (original)

Para mais informações, entre em contato conosco: 3226 3826



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

ALUNA COM SÍNDROME DE IRLEN PARTICIPA DE CONCERTO DE CAMERATA DE CORDAS


Escrito por Hyrla Mariano


A aluna Ingrid Sayuri de Oliveira Sano participou de uma apresentação instrumental realizada na Usina de Artes João Donato, no dia 05 de agosto de 2017, às 19 horas. Ingrid tem 14 anos, estuda no 8° ano e tem aulas de violino há seis meses. A adolescente tem Síndrome de Irlen, uma alteração do processamento visual, de ordem hereditária e genética, causada pelo desequilíbrio da capacidade de adaptação à luz. Ingrid utiliza óculos com lentes especiais, que são na realidade, filtros que corrigem o distúrbio visual-perceptivo. Assim, ela consegue realizar suas atividades diárias de forma satisfatória.

A música se tornou uma das atividades preferidas de Ingrid. Além da dança, a jovem se envolveu com aprendizado do violino, um instrumento de cordas friccionadas, que emite um som produzido pela ação de friccionar as cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. A atividade faz parte do projeto Ensino Coletivo de Cordas, um projeto da Universidade Federal do Acre, que visa colaborar na ação de educação musical de formar instrumentistas no estado do Acre. A música contribui de forma significativa para melhorar a atenção, a memorização, organização e processamento de informações, que, muitas vezes são comprometidos pela Síndrome de Irlen.


Imagem: Ingrid Sayuri, sorridente, segura o instrumento que está aprendendo a tocar, o violino.


Projeto Ensino Coletivo de Cordas
O Projeto Ensino Coletivo de Cordas é um projeto ligado à Pró-Reitoria de Extensão e à Pró-Reitoria de Graduação, ambas da Universidade Federal do Acre. Foi iniciado em 2016 e já conta com três turmas e um pólo fora da UFAC, visando ampliar o projeto, fora do ambiente acadêmico. 



Imagem: Orquestra realizando apresentação com instrumentos de cordas: violinos e violoncelos.


Camerata de Cordas da UFAC
Fundada em 2017, a Camerata de Cordas é ligada a PROGRAD/PROEX e trabalha com um repertório composto para cordas friccionadas de compositores estrangeiros e brasileiros de períodos variados, inclusive contemporâneo. Sob regência de Leonardo Feichas, a Camerata de Cordas tem como objetivo a divulgação de repertório para orquestra de cordas e também o aprimoramento técnico dos alunos participantes, oferecendo a eles experiência do trabalho em orquestra e de apresentações públicas. 








sexta-feira, 14 de julho de 2017

CAP-AC FORMA DUAS TURMAS DE PRÉ-SOROBÃ

Escrito por Hyrla Mariano


O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC) forma duas turmas de Pré-Sorobã, atendendo uma demanda de professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores da sala comum da Rede Pública de Ensino, pessoas com deficiência visual e pessoas da Comunidade. 

O Sorobã ajuda a desenvolver a atenção, concentração, memorização, percepção, coordenação motora e cálculo mental, principalmente porque o praticante é o responsável pelos cálculos, não o instrumento. A prática do Sorobã possibilita realizar cálculos em meio concreto, aumenta a compreensão dos procedimentos envolvidos e exercita a mente. 

É notável que desde criança, em suas práticas sociais, os indivíduos aprendem brincadeiras, músicas e jogos que incluem noções matemáticas, às vezes até antes de ingressarem na escola. O curso de Pré-Sorobã utiliza tais estratégias, visando trabalhar os conceitos matemáticos de forma dinâmica e significativa.

O curso de Pré-Sorobã tem carga horária de 60 horas e tem por objetivo fornecer orientações gerais para o conhecimento dos números e a introdução das técnicas para o aprendizado do Sorobã, desenvolvendo atividades práticas de cálculos matemáticos através de jogos, brincadeiras e materiais pedagógicos.

O aluno Célio Roberto Alves ficou cego há um ano e três meses e vivencia o período de adaptação. Logo, buscou auxílio no CAP-AC, fazendo os cursos disponíveis. “Eu fiz os testes. Os colegas produziram materiais para o ensino do Sorobã e eu testava se estava acessível. Foram construídas várias opções de brinquedos, inclusive um dado, que ganhei de uma colega e até hoje, brinco com o meu neto. O conteúdo do curso foi muito bom, eu aprendi muito!”, destacou Célio.



Imagem: Vários materiais produzidos no curso de Pré-sorobã: livros que trabalham conceito de número e quantidades.

Para mais informações sobre os cursos ofertados pela instituição, entre em contato conosco: 3226 3826

terça-feira, 11 de julho de 2017

ARRAIAL DO CAP/AC


O Arraial do CAP/AC aconteceu no dia 08/07/17 e reuniu professores, alunos, familiares e a comunidade em geral, numa linda festa, com muita animação, comidas típicas, pescaria e bingos. Foi uma noite muito agradável! Além disso, tivemos muitos momentos de interação e participação de todos. As pessoas com deficiência visual participaram dos bingos utilizando cartelas ampliadas e em Braille; na pescaria, foi utilizado um ímã e metal na parte superior do peixe, tornando a pescaria acessível, pois com pouca aproximação, era possível pescar o peixinho.

Queremos agradecer a todos que participaram do evento, bem como, a todos que colaboraram para o seu sucesso. 

Seguem algumas fotos do evento, registradas com muito carinho:


Imagem 1: Foto do painel e mesa de decoração. No painel em madeira, estilo grade, há um quadro com dois bonecos caipiras, cortinas em tecido chita. Sobre a mesa, há jarros com flores, caixas em madeira, baldes decorados, chapéus, dentre outros detalhes.



Imagem 2: Foto da Pescaria. Piscina cheia de pó de serra com os peixinhos enterrados. Ao redor estão os prêmios da pescaria. Ambiente bem colorido.


Imagem 3: Fran Marques, sorridente, faz pose em frente à mesa de decoração. Ela está vestida com vestido colorido e usa trancinhas nos cabelos.



Imagem 4: Foto da rainha caipira Izabel e do rei caipira Nelson, vestido com trajes típicos de arraial.



Imagem 5: Professoras sorridentes posam para foto.  Algumas seguram acessórios: jarros de flores e balde decorado. Na sequência: a coordenadora do CAP/AC, Gerci Maia, a coordenadora da Educação Especial, Úrsula Maia, professora Maria de Jesus Braga, professora Kelly Cunha, professora Odessina Martins, professora Kissy Gomes e logo abaixo, agachada, professora Andréia Almeida.



quinta-feira, 22 de junho de 2017

VOCÊ CONHECE A SÍNDROME DE IRLEN?


A Síndrome de Irlen é uma alteração do processamento visual,de ordem hereditária e genética, causada pelo desequilíbrio da capacidade de adaptação à luz. Ela foi descoberta em 1987, nos Estados Unidos, através dos estudos da Dra. Helen Irlen.  A Síndrome provoca um desajuste no processamento visual, afetando o desempenho da leitura, podendo interferir também em outras atividades visuais como: percepção de profundidade e capacidade de acompanhar objetos em movimento. Os sintomas se agravam se a pessoa estiver sob iluminação branca luminescente.

Os profissionais da escola devem saber que crianças com S.I. enxergam bem e não percebem que possuem estas alterações ou distorções na visão – o que significa que, ao serem encaminhadas ao oftalmologista, a avaliação poderá ser “normal”. A Irlen é detectada através de um exame de processamento visual realizado por um profissional da saúde ou de educação devidamente capacitado. Os profissionais que recebem este treinamento são chamados de Screening. O momento ideal para se identificar a síndrome é por volta dos 6 ou 7 anos de idade, por ser a fase inicial de aquisição da leitura e escrita. 



Características de Irlen (crianças ou adultos):

Tropeçam com frequência, deixam cair objetos; 
Levam muito tempo para realizar leituras e para acabar a lição de casa; 
Queixam-se de dores de cabeça, tensão ou cansaço na escola ou quando realizam leituras; 
Evitam a leitura ou não tem prazer em ler, principalmente em voz alta; 
Saem-se mal em testes cronometrados ou testes padronizados; 
Leem o começo do capítulo e os resumos ao invés de lerem o capítulo todo; 
Tem mais facilidade em aprender nas discussões orais do que lendo; 
Esforçam-se bastante para tirar boas notas, mas não conseguem; 
Podem ser considerados preguiçosos ou desmotivados e sempre lhes dizem que poderiam render mais, caso se esforçassem; 
Tem problemas de fluência e compreensão da leitura; 
Tem problemas de concentração durante a leitura ou escrita; 
Distraem-se facilmente ao ler ou escrever; 
Ficam distraídos ou apresentam desconforto quando estão num local com luzes fluorescentes ou brancas; 
Entram em estado de devaneio durante a aula; 
Não conseguem permanecer muito tempo fazendo tarefas acadêmicas; 
Queixam-se frequentemente de dores de cabeça, enxaqueca e outros sintomas físicos, tais como: dores de estômago, tontura e fadiga; 
Sempre que podem preferem ficar no escuro ou com fraca iluminação; 
Sentem-se incomodados com a luz de faróis de veículos e com brilho em geral; 
Apresentam desconforto visual ao usar o computador e terminam o dia exaustos; 
Podem apresentar dificuldade ao olhar para listras ou xadrez; 
Podem apresentar pouca noção corporal espacial ou dificuldade com degraus e escadas rolantes; 
Tem dificuldade para pegar uma bola que lhes é atirada; 
Na infância podem apresentar tendência a brincar debaixo de móveis, dentro de guarda-roupa ou simplesmente com menos luz nos ambientes; 
Apresentam incômodo também com o som alto ou alergias pelo corpo e principalmente nos olhos porque são extremamente sensíveis também nos outros órgãos dos sentidos; 
Apresentam pouca coordenação motora grossa e fina. 


Tratamento

Infelizmente não há tratamento para a cura e os sintomas não melhoram com a idade ou uso de medicação. Porém há procedimentos que ajudam a aliviar os sintomas como o uso de transparências para a leitura, enquanto que os filtros, adaptados aos óculos ou lentes de contato, propiciam melhora no desempenho ao uso do computador, na leitura à distância, ao subir e descer escadas e na coordenação e equilíbrio em práticas desportivas.

O tratamento consiste em avaliações psicopedagógicas de forma a que a criança venha a lidar com sua diferença, em primeiro lugar. Feito isto a avaliação passa à sobreposições coloridas que serão chamadas de Overlay, que são transparências de acetato colocadas sobre textos ou na leitura, ou ainda, óculos com filtros nas lentes, que recebem tratamento exatamente para serem filtros, de acordo com o problema da criança, dentro das variâncias que se observa de um a outro indivíduo.

Os acetatos coloridos ou os filtros Overlay, ou mesmo as lentes especiais nos óculos, são na realidade filtros espectrais que vem a corrigir o distúrbio visual-perceptivo que por ser de base neurológica não é detectado em exames oftalmológicos de rotina. À medida que se testa, individualmente a faixa espectral com os filtros, percebe-se uma melhora na leitura. Constatada a necessidade de um filtro específico para aquele paciente isto vem para o dia-a-dia, como uso dos óculos. Existem óculos, por enquanto, produzidos apenas nos Estados Unidos, com a coloração das lentes específica à necessidade do sujeito. Infelizmente, eles continuam sendo inviáveis para boa parte das famílias, não só pelo custo, mas também porque o grau da criança ainda é instável.


Imagem: Professora testando acetatos coloridos com aluno.


Confira algumas dicas para os professores:
Primeiro passo: aproxime-se sempre do seu aluno. Muitas vezes eles nos dão pistas sobre o que fazer.
Vale ressaltar que a S.I. não tem nenhuma relação com a inteligência. As dificuldades explicitadas são extintas com o uso das transparências ou lentes específicas.
Motive o seu aluno o máximo que puder, pois, quando ele se sente acolhido e seguro, consegue driblar melhor algumas dificuldades. É muito comum que estas crianças tenham uma inteligência acima da média, já que precisam o tempo todo de um esforço muito maior que os demais para resolver situações-problema.
Cuidado com o contraste da folha e do texto (claro e escuro – preto no branco). Use o texto de cor escura em um fundo claro (não branco). Se você já souber qual é a cor de conforto da criança, utilize-a sempre, seja através da mudança de cor da folha, seja com o apoio das overlays.
Se a criança ainda não tem a overlay, as pastas plásticas coloridas, conhecidas como pasta em L no Brasil, também podem ser utilizadas na adaptação das atividades de leitura. Para a escrita, utilize as folhas de sulfite coloridas ou outro tipo de papel, também com alguma cor. Dê preferência a papéis mais espessos e foscos, para evitar que o outro lado fique transparente… nada de brilho!
Use e abuse das figuras para explicar novos conteúdos ou reforçar conteúdos antigos.
Evite palavras sublinhadas ou em itálico. O negrito é bem-vindo.
Aproveite as atividades que envolvam o pensamento e o raciocínio lógico, pois, em grande parte das vezes, crianças com S.I. possuem habilidades nesta área.
Utilize jogos como o quebra-cabeça e peças tridimensionais.
Explore a criatividade da criança.
É necessário, sempre, descobrir como o aluno aprende melhor (tendo ele S.I. ou não). Perceba como ele prefere aprender, se gosta de explorar, sentir, ouvir ou ver. Isso ajuda muito!

Utilize programas para o computador ou tablet como: Irlen Colored Overlays – para computadores e notebooks (tem um pequeno custo); Irlen Colored Overlay App – para Smartphone android e tablet (tem um pequeno custo); Color Overlay, ferramenta de sobreposição de cor que pode ser adicionada ao Google Chrome através do painel de administração do Google Apps (este recurso é gratuito e muito bom, utilizado apenas em ambiente web); Ssoverlay – semelhante ao Color Overlay, do Google, porém para ser utilizado no Windows. Bem interessante e gratuito.



FONTES CONSULTADAS:


http://vaiali.com/noticia/a-sindrome-de-irlen - Acesso em 19/06/2017

http://naescola.eduqa.me/desenvolvimento-infantil/sindrome-de-irlen-nunca-ouvi-falar/ Acesso em 19/06/2017

quarta-feira, 21 de junho de 2017

PARTICIPE DO ARRAIAL DO CAP-AC!


CENTRO DE APOIO PEDAGÓGICO PARA ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL DO ACRE REALIZA ARRAIAL 

O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP-AC) realiza arraial no dia 08 de julho de 2017 (sábado), a partir das 16 horas. O local do evento é o Buffet Castelinho, localizado na Rua Princesa Isabel, número 89, no bairro Estação Experimental.

O Arraial do CAP-AC promete muita música, animação, além da tradicional pescaria para a criançada se divertir e bingos com prêmios variados. Sem falar no cardápio recheado de comidas deliciosas: galinha picante, rabada, cachorro quente, charuto, bolos, pudins, entre outras opções... uma ótima oportunidade para curtir com a família e/ou com os amigos. Não perca!



Imagem mostra convite. Na parte superior está escrito: Participe do Arraiá do CAP-AC! Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre. À esquerda mostra um boneco de braços abertos, vestido com blusa azul claro, com bolinhas pretas, botões amarelos e chapéu na cor laranja. À direita está escrito: data: 08/07/2017, horário: a partir das 16 horas, local: Buffet Castelinho, Rua Princesa Isabel, 89 - Estação Experimental, Rio Branco - AC. 

Saiba mais sobre a localização do Buffet Castelinho,  acessando o link: 

http://maps.google.com/?cid=13198236958524331056&hl=pt&gl=bro